Das Letras

Réveillon dois mil e vinte eu me permiti
Vim pra São Thomé das Letras e não quero mais sair
Fui bem recebido pela Paulina
Almoço de doze conto é uma obra prima
De sobremesa, a geleia de sua neta Marissa
Meu sinal de que estou na estrada certa…

Na Cachoeira da Lua entreguei minh’alma nua
Refresquei ao ver os outros se jogar;

Cachoeira Véu da Noiva eu a pedi em casamento:
Único ser vivo, além do meu amor, que tomou meu sentimento;

Na Cachu do Paraíso eu perdi o juízo:
Desfiz tudo que é prejuízo e o meu maior compromisso
É com a natureza;

O Vale das Borboletas é tão belo, mas tão belo, me deitei e ali me eternizei no elo,
Da Garganta do Diabo um Deus mirim no talo, devorado por puro tesão…

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