Segunda-Feira

Ela detona aos poucos os seus ingratos:

De vagão em vagão cheio, vida que segue vazia
Todo santo dia, tudo é breve
~($) Menos a labuta ($)~

Cada sorriso brasileiro não condiz com todo sofrimento,
à francesa saem todos se fodendo,
com raiva(nada mais) das decisões repugnantes
Das seis às seis, ansiosxs pela sexta, carregando estupidez… Povo!
Pra depois do fim do mês não sobrar grana nem pro pãozin “francês”… mal pro ovo! Ovo!!

Mas há trocados pra embriaguez. Própria e/ou alheia;
Coxinha ou corote?
De centavo a centavo, tem quem banca porres riquíssimos…

Quem tem autoridade no Brasil faz a festa
[e? somente a morte natural os pára?!]
Ah, se o respeito fosse existente…

Os empregados trabalham para facilitar um país padrão patrão. Os empregados endividados espertos acostumaram de ponto em ponto desistirem de seus sonhos, planos e realidades, porque consideram preguiça medonha o ato de  p e n s a r  e  a g i r.

.

diego rbor.

A ARTE LIBERTA! ® 2019 Todos os direitos reservados © diego rbor

2 comentários em “Segunda-Feira

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