Me trague e viva

Quanto mais a gente lê, mais compreensivo e esperto a gente se torna.
E ler é de tudo! Ler diversos poetas e suas maneiras de escrita. Ler palavra nunca antes lida é aprender e possivelmente se reinventar.
Sei ler de tudo para que tudo possa me ler; Paredes e gramas; Homens, mulheres e animais.
Arame e seda, leio Cecília Meireles e vejo em mim a criatura descobrindo o mundo.
Acácia Gomes trocou a dor por inspiração e retirou um véu dos olhos meus.
Larissa Cordeiro me aponta a zona periférica como só ela sabe apresentar aos seres vivos.
Gosto de poesia… E toda poesia é marginal se criada no meio da treva almada encharcada.

Gosto de ler Arnaldo Antunes porque ele me apresenta palavras novas pra eu ousar e me comunicar.
A comunicação poética é a ousadia mais balsâmica que amo depois do cheiro íntimo do meu bem.
Gosto de ler Vinícius de Moraes porque ele me apresenta palavras que, apesar de populares, são construídas incomparavelmente por ele.
Leio também Fernando Pessoa, e apesar de não entender muito bem, existe alguém em mim que sempre o compreende e aprecia, e aprende…
Me sinto numa ilha pacífica e só com gente que amo ao ler Drummond, porque ele me passa a confiança que eu preciso no dia a dia, assim como o Antônio Cícero, que guardado, está presente em mim como letras frescas de um texto atemporal.
Acabo de respirar bem fundo neste fim.
Saúde e movimento para quem me lê.
Diego Rbor ® 2018 Todos os direitos reservados © A ARTE LIBERTA!

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