SLAMico

Nascido em alguma paragem deste Brasil;
Cachoeirinha deu à luz e depois desamparou
Taipas adotou
O centro sequestrou
e o mundo me salvou

Sou de todos os lugares por onde ando

Passei a infância sem saber o quanto uma criança é importante pro mundo
e a minha infância passou rápido no cais;
Guardando a melhor memória:
Quando comecei a escrever e não parei mais…

Escrevo sobre tudo o que está em mim;
Escrevo para eu, tu, elx, nós, vós, elxs;
Escrevo pra D(eu)s!

A poesia soprou ao pé do coração que eu não tenho religião
(e eu a adorei por isso!)
Quando pensei em escolher poesia para viver
percebi que eu já era o escolhido
Sem temer perigo
pela primeira vez me senti no meu próprio abrigo

É a vida que diz!
Sou poesia!
Me chamam Diego, eu
Que nem meu próprio nome pude escolher, eu
Que não sei de nada a não ser sobre tudo que descrevo:
Áries, dissabor, resignação
Não peço nada que não seja compaixão

Competições sempre fazem alguém chorar para outro vencer
Eu escolhi nunca vencer, para não precisar acalantar os egos
Não caio nessa armadilha!
Notas, nenhuma poesia merece nota
porque toda expressão com o coração vale mil!
Não posso aceitar imaginário banquete vil!
Embora eu saiba pouco de como eu vim
(R)existe uma certeza para onde irei
Então eu vou…
Para qualquer lugar onde eu não precise de aprovações alheias

Vou, só vou
Moreno profundo
Com o coração límpido
Fundo
Neste claro mundo imundo.

diego rbor A ARTE LIBERTA! ® 2018 Todos os direitos reservados ©

 

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