Querido Ente

Ele era daqueles velhos ranzinzas, que quando sorria guardava os dentes
Bebia, fumava… Bebia, implicava…
Bebia e reclamava
Não demonstrava tanta graça pelos seus entes
Gostava de si mesmo
e de muito cinismo!
Viu pouco o pôr do sol
E num belo dia ensolarado ele morreu
Sem saber pra que viveu.

diego rbor A ARTE LIBERTA! ® 2017 Todos os direitos reservados ©

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