Abril, meu amor!

Sonhei com o amor e realizei você. És minha realidade incidida nos instantes da felicidade. Muito seu me encanta: sua história de vida, seu nome, suas danças…
Eu tenho a liberdade e quero a responsabilidade de viabilizar o melhor pra nós, no nosso estilo. O melhor para nós e consequentemente a quem nos rodear. Que sejam bons e do bem! Os momentos ruins, porém, eu sei que virão, então saiba, bebê:
Eu nasci no morro, não temo e nem corro. Ariano torto, daqueles que não foge do temporal e não desiste antes ou depois do socorro. Posso percorrer qualquer terreno, embora eu saiba qual meu território, gosto de ter para onde voltar. Gosto das artes. Da minha janela pras árvores. Creio que as árvores sejam os mais belos artesanatos feitos pelo Criador, além dos animais. Gosto do mar, preferindo os rios. Gosto das ondas, preferindo as cachoeiras. A cada ano que eu fico mais velho, sinto diminuir o peso da idade na criança habitada em mim. Troquei muitos amigos por uns cachorros de rua. Troquei os presentes por uma escada e botas. Troquei celulares por luvas. Troquei os concelhos por frutas. Troquei meu teto de vidro por folhas de coqueiro. Eu mudei muito, e você tem a chance de saborear os mesmos frutos que estou colhendo agora, e de plantarmos juntos o alimento futuro, regado e florescido com água e amor.

Dia quatorze de abril somarei mais um ano de vida.  Um ano a menos pra ser vivido e a mais para ser evoluído.

tentando ser luz.

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diego rbor A ARTE LIBERTA! ® 2017 Todos os direitos reservados ©

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