Sobre Homofobia

Eu pego quem eu quiser e tiver em sintonia comigo! Tenho direito de opções. Ser humano filho de Deus e cidadão da sociedade. Não me interessa a opinião dos caretas ou a fúria dos boçais cobertos por uma razão intolerantemente burra, sem emoção profunda. Quem sabe o que é melhor para mim sou eu, em contato com o Deus que me ilumina e me fortalece à seguir adiante.
Infelizmente ainda tem muita gente incomodada com a sexualidade alheia. Incômodo sem justificativa tangível! Coisa que não dá pra aguentar mais ou deixar passar batido. Penso logo na culpabilidade; trata-se de um retrocesso social patrocinado pela religião.
Afinal, o que eu tenho a ver com a felicidade alheia? Nada. Já com a tristeza, tudo!

Pare de bloquear a felicidade de alguém, muitas vezes ela pode ser a chave que abre a porta da sua felicidade. A vida é curta, logo sobrará passado no seu futuro e você não terá feito o que teu coração mandou, só as besteiras que a sua mente enganosa te obrigou.

Diego Rbor A ARTE LIBERTA! ® 2015-2018 Todos os direitos reservados ©

10 comentários em “Sobre Homofobia

  1. Sem dúvidas devemos nos libertar dessas amarras medievais mal intencionadas, dessa cruzada “cristã” de ódio. Quem determina a moral e os bons costumes?

    Daqui 15 dias estarei no casamento de uma amiga que é uma irmã, ela precisou sair de nossa pequena cidade para poder assumir sua homossexualidade em São Paulo. Sua parceira é uma mulher maravilhosa, serão esposas fantásticas e certamente, ótimas mães, pelo simples fato de serem pessoas maravilhosas. Nada tem a ver com a sexualidade. Depois que comecei a ter essa consciência, passei a me policiar, não fazer piadinhas: “Ae bichinha!”, e sempre chamar atenção de meus amigos que o fazem. Pessoas são pessoas.

    O SER humano é a vivência e o aprendizado, só assim para sabermos sermos humanos. Vivendo e aprendendo, que somos todos parte de algo maior, que somos todos uma coisa só, independentemente de qualquer coisa. Fui criado no catolicismo, família católica interiorana cheia de preconceitos, teria tudo para não gostar de gays, cresci vendo a TV e as pessoas os ridicularizarem, chamar o outro de viado era chamar pra briga, mas cresci e pensei sobre qual a importância da intimidade dos outros na minha vida, nenhuma. Eu não tenho nada a ver com isso. Ninguém tem, apenas a pessoa.

    Tive a sorte de poder conviver em meio a grande diversidade sexual, mesmo morando numa cidade que até bem pouco tempo atrás não chegava a 2 mil habitantes e, dessa forma, modelar meu pensamento e vivenciar a amizade de forma plena, sem preconceitos. Cresci enquanto ser humano, hoje discuto o tema nas rodas machistas que acabo convivendo, sem medo de ser taxado disso ou daquilo. Minha sexualidade só importa a mim.

    Parabéns pelo texto.

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  2. Gostei do seu artigo e do seu blog que é muito bem feito. Apenas gostaria de tentar mostrar-lhe outros pontos da reflexão. Alguns asuntos são bem espinhosos.
    Atenção ao que você diz: quem sabe o que é melhor para mim sou eu…. Nem sempre foi você quem soube o que era melhor para você: seus pais também souberam quando você ainda nem falava. Os médicos hoje, se você ficar doente, também sabem o que é melhor para você.
    ´Mães gays não podem adotar uma criança, quando pode passar por um rigoroooso processo… Enquanto casais héteros dispensam filhos por aí”. Também muito cuidado. O erro nunca justifica o acerto. A segunda premissa não justifica a adoção da primeira. Isso é falácia e lógica de ´carrocinha”.
    “ Deixe que a mulher decida o que fazer com o próprio corpo!” Mas muitas vezes não se trata apenas do próprio corpo, mas de uma criança que agorinha mesmo você esteve defendendo.

    Abrs… e bom fim de semana

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    1. Obrigado pelo seu comentário, eu compreendo a sua contrapartida, vou tentar salientar alguns pontos:
      Quando eu digo que eu sei o que é melhor para mim, foi graças a minha mãe que me criou sozinha, se você ler os meus posts antigos notará a eloquente e honrada maneira como me refiro a ela e tudo o que sou.
      Quando vc se refere aos médicos, eu sigo a kabbalah.;-) A melhor medicina até hoje, eu recomendo!
      Falácia e lógica de carrocinha não considero mais do que sua opinião, mas sinto muito que vc tenha entendido desta maneira, não foi a minha intensão.
      Deixe que a mulher decida pois o corpo É DELA e não seu… Simples, é dela. DELA.
      Eu defendo sim, as crianças que estão aqui precisando da gente, que foram rejeitadas, abandonadas, que sofrem algum tipo de maltrato… Enfim.
      Vc consegue entender o meu ponto d vista???

      A vida pode ser muita coisa, eu não quero ser o dono da razão, mas sim sanar as minha questões e ser mais do que feliz.

      Diego.

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      1. Sim Diego. Disculpe-me por ter usado o termo lógica da carrocinha. Sou professor de filosofia e uso muito a lógica. Às vezes, ela pode ajudar bastante numa discussão. Compeendo muito bem seus pontos de vista, apenas queria mostras outros lados… e existem outros tantos… destas questões. Se eu fosse, por exemplo, discutir sobre a homofobia eu diria primeiramente que esta palavra é muitas vezes abusivamente usada para justificar (psicológicamente) crimes e violência contra os nossos queridos irmãos e irmãs que escolhem por outros caminhos na vida afetiva. E assim por diante…. Vou sim procurar ler mais o seu blog. Abrs.

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      2. Existem sim inúmeros pontos de vista, eu conheci diversos olhares, pensamentos, mas eu optei por formar a minha opinião, estou aqui para me descobrir e constatar os meus pontos de vista. Estou aberto para perceber e receber outros mundos… Gosto disso e isso pode até mudar um ou outro ponto de vista que tenho. Esta palavra, homofobia, não gosto dela, acho que ela traz algo pesado, mas precisamos usá-la para ajudar nos combates. Sou a favor de toda forma de amor entre os seres vivos.
        Mamãe me ensinou isso. ❤ Mantenho o respeito e vai ser sempre assim.
        Pra sempre e mais um dia.

        Forte abraço.
        D.

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  3. Sim Diego. Desculpe-me por ter usado o termo lógica da carrocinha. Vício de linguagem. Sou professor de filosofia e uso muito a lógica. Às vezes, ela pode ajudar bastante numa discussão. Compeendo muito bem seus pontos de vista, apenas queria lhe mostrar outros lados… e existem outros tantos para essas questões. Se eu fosse, por exemplo, discutir sobre a homofobia eu diria primeiramente que esta palavra é muitas vezes abusivamente usada para justificar (psicologicamente) crimes e violência contra os nossos queridos irmãos e irmãs que escolheram por outros caminhos na vida afetiva. E assim por diante…. Vou sim procurar ler mais o seu blog. Abrs. (gostaria que deletasse o anterior que contém erros de digitação – obrigado amigo blogueiro)

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